Descrição de chapéu Opinião

Mundo Olímpico: O raio vai cair de novo na final do salto com vara?

Atual campeão, Thiago Braz enfrentará o recordista mundial Armand Duplantis

Continue lendo com acesso ilimitado.
Aproveite esta oferta especial:

Oferta Exclusiva

6 meses por R$ 1,90/mês

SOMENTE ESSA SEMANA

ASSINE A FOLHA

Cancele quando quiser

Notícias no momento em que acontecem, newsletters exclusivas e mais de 200 colunas e blogs.
Apoie o jornalismo profissional.

São Paulo

Na noite desta segunda (2) para terça-feira (3), o atletismo brasileiro tem duas chances de subir ao pódio nos Jogos de Tóquio. Logo à 0h30, Alison dos Santos tentará surpreender nos 400 m com barreiras. Ele é o terceiro do ranking mundial na prova e já bateu o recorde sul-americano nas semifinais, o que mantém seu sonho de pé.

Sueco Armand Duplantis, o recordista mundial do salto com vara - Cláudio Oliveira

E às 7h20 será a vez de Thiago Braz tentar repetir o feito da Rio-2016 e conquistar o bicampeonato olímpico no salto com vara. Naquela ocasião, ele chegou sem pressão e surpreendeu, batendo o recorde olímpico da prova, superando o sarrafo a 6,03 m de altura.

Desde então, ele passou por uma má fase e apenas neste ano voltou a saltar bem, mas sem repetir a marca de cinco anos atrás.

Para complicar sua situação, ele terá como rival no Japão o atual recordista mundial, o sueco Armand Duplantis, que tem 6,18 m como a marca recorde e já saltou este ano a 6,10 m, contra apenas 5,82 m do atleta brasileiro.

Mas como não é impossível que o raio caia duas vezes no mesmo lugar, as esperanças de Thiago estão mantidas e, mais uma vez, ele chega sem pressão. Vamos torcer para que a história se repita.

Por mais que soubesse que as chances de a ginasta Rebeca Andrade levar a medalha de ouro na final do salto fossem reais, o temor que uma falha na execução tirasse o título me manteve apreensivo até o final.

Mas o desempenho da guarulhense e, principalmente, a serenidade que ela está demonstrando nas Olimpíadas me deixam certo que na madrugada desta segunda-feira ela estará novamente no pódio, e outra vez com uma medalha dourada no peito.

Mesmo que o ouro não venha, Rebeca já está na história do esporte brasileiro como a única mulher a conquistar duas medalhas na mesma edição olímpica. Com outra conquista, então, ela ficará marcada nos anais do Comitê Olímpico Internacional. Ela merece isso e muito mais.

Claudinei Queiroz

49 anos, é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, pós-graduado em Gestão de Marketing pelo Centro Universitário Senac e tecnólogo em Gestão do Esporte pela Universidade São Marcos. E-mail: claudinei.queiroz@grupofolha.com.br

Notícias relacionadas