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Vivo faz cobrança de linhas que nunca foram ativadas

Engenheiro afirma que, desde julho de 2020, a operadora tem enviado faturas

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São Paulo

O engenheiro Danilo Lencioni Machado, 42 anos, conta que, no ano passado, solicitou a portabilidade de quatro linhas móveis de sua antiga operadora para a Vivo, mas reclama que, além de a operadora não ter atendido seu pedido, ainda está cobrando pelo serviço que nunca foi prestado.

“Recebo faturas, no valor médio de R$ 100, desde julho de 2020. Em setembro, mandaram uma mensalidade de R$ 211”, explica o leitor, que não pagou nenhuma conta e aguarda a revisão e o cancelamento das cobranças pela empresa.

Morador da Água Branca (zona oeste), ele relata que, na época, a operadora prometeu enviar chips para que pudesse ativar as linhas. No entanto, tratavam-se de quatro números de linhas provisórias, e não os telefones que já utilizava.

Danilo Lencioni Machado reclama do atendimento da Vivo - Arquivo pessoal

O leitor afirma que entrou novamente em contato com a central da Vivo, mas foi informado de que seria um procedimento normal. “Prometeram que, em poucos dias, as linhas seriam migradas, o que nunca ocorreu. Depois de insistir, descobri que a portabilidade havia sido recusada.”

O engenheiro diz que, por ter passado alguns meses, desistiu da portabilidade e solicitou cancelamento do pedido. “Para minha surpresa, comecei a receber cobranças. Liguei inúmeras vezes para contestar os valores cobrados, mas nunca consegui falar com alguém do serviço de atendimento.”

Machado afirma que fez nova tentativa e foi informado de que há uma multa, no valor de R$ 400, por quebra de fidelidade, caso opte mesmo pelo cancelamento.

Operadora cancela valores

A Vivo informa, por meio de nota de sua assessoria de imprensa, que, em análise, identificou que o pedido de portabilidade havia sido cancelado e, por isso, as linhas permaneceram ativas.

A empresa esclarece, no entanto, que cancelou as linhas definitivamente, uma vez que o cliente não tem interesse no serviço, assim como o cancelamento dos valores pendentes.

Em novo contato com o Agora, o leitor confirmou a informação. “Resolveram após um ano e apenas com a intervenção do jornal.”

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