Descrição de chapéu Defesa do Cidadão

Passageira diz que mala foi violada em aeroporto

Confeiteira conta que, ao conferir bagagem, tênis que custou R$ 189 não estava lá

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São Paulo
No dia 23 de janeiro, Rosana Cristina Feitosa de Sá, 38 anos, fez uma viagem de Maceió para São Paulo. Ela conta que, ao desembarcar do voo da Gol, no aeroporto de Guarulhos (Grande SP), percebeu que uma das bagagens estava violada, mas como estava sozinha com o filho de colo, de 2 anos, e, por causa da pandemia de Covid-19, preferiu evitar a aglomeração de passageiros e não registrou a reclamação na hora.
Porém, diz, quando chegou em casa notou a falta de um par de tênis, pelo qual pagou R$ 189 em três vezes. “Ainda estou pagando e o pior é que o usei apenas um dia”, reclama.
Rosana Cristina Feitosa de Sá conta que sua bagagem da Gol foi violada e ela quer o reembolso - Arquivo pessoal

A leitora afirma que ligou para a central de atendimento da Gol para registrar o ocorrido, mas reclama que a única resposta que obtém é a de que precisa aguardar.

“Fui orientada pela funcionária da Gol a enviar um email com a solicitação, fiz isso, mas não adiantou, pois eles não respondem a mensagem”, relata ao Agora.

Ela afirma que não é atendida pela companhia aérea por nenhum meio. “Simplesmente não tenho informações sobre quais providências serão tomadas.”

Moradora do Capão Redondo (zona sul), a confeiteira relata que precisou viajar para Maceió com urgência no dia 12 de dezembro por causa do estado de saúde de sua mãe.

“Além do mais não fui passear. A minha mãe estava internada, e morreu no dia 20 de dezembro, poucos dias depois que cheguei lá. Então, além de toda situação que estou passando ainda tenho que me preocupar com o descaso da Gol com o consumidor.”

Companhia oferece R$ 76,30

A Gol esclarece que ofereceu a quantia de R$ 76,30 à passageira e que esse ressarcimento foi feito com base na diferença de peso, e não pelo valor do objeto.

A empresa diz que o cliente pode declarar os valores atribuídos à sua bagagem antes do embarque e pagar uma taxa (espécie de seguro) estipulada pela Gol. “Se o cliente optar pelo serviço, a companhia tem o direito de verificar o conteúdo. Ficam fora da declaração os objetos considerados de valor, que irão na bagagem de mão”, diz nota.

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