Os telecentros são espaços públicos que oferecem acesso gratuito à internet. Espalhados pela capital, eles estão sob a responsabilidade da Prefeitura de São Paulo.
O Vigilante Agora visitou dez dessas unidades e constatou que o serviço deixa muito a desejar.
Nos computadores testados, operações simples como carregar emails podem levar alguns bons minutos. Sem falar de quando a conexão cai e todo mundo fica sem internet.
Em algumas máquinas a lentidão é tanta que acessar certos programas vira uma tarefa impossível. No telecentro da Saúde (zona sul), por exemplo, um cartaz já avisa que determinado site pode “travar” o computador.
Outro teste de paciência é a falta de informações precisas. Na unidade da Lapa (zona oeste), o atendimento acaba às 15h _apesar de o site da prefeitura indicar que vai até as 18h. Já quem tenta a Biblioteca Monteiro Lobato pode dar com a cara na porta: o espaço está fechado desde junho do ano passado.
Os usuários também reclamam dos poucos funcionários para dar orientação e tirar dúvidas. No CEU Jaguaré, o Vigilante encontrou o telecentro fechado porque o responsável não tinha ido trabalhar.
A prefeitura diz que o programa passará por um um processo de modernização. Essa medida deveria ser urgente: boa parte de quem usa os telecentros vai até lá para procurar um novo trabalho, fazer contatos com empresas ou até mesmo atualizar e imprimir currículos. Os milhares de desempregados paulistanos agradecem.
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