Funcionalismo: servidores de SP são contra nova lei

Projeto aprovado cria supersalários, mas dá reajuste de 0,01% para a maioria das categorias

Cristiane Gercina
São Paulo

Os servidores públicos da Prefeitura de São Paulo afirmam que vão continuar as manifestações contra o projeto de lei 616, aprovado na última semana na Câmara dos Vereadores.

Servidores da Prefeitura de SP, em protesto em fevereiro, contra a reforma da Previdência municipal
Servidores da Prefeitura de SP, em protesto em fevereiro, contra a reforma da Previdência municipal - Rubens Cavallari/Folhapress

A proposta cria supersalários e concede reajuste de 3,03% aos professores, por meio de abono, que será incorporado em 2020.

Criado inicialmente para a concessão de abono aos agentes de apoio, o projeto teve alterações do Executivo, que teria incluído dispositivos que desagradam as categorias.

Dentre as falhas, segundo representantes do Sindsep (sindicato dos servidores públicos) estão o reajuste de 0,01% que será concedido a todo o funcionalismo nos anos de 2016 a 2019. 

Em entrevista coletiva um dia depois da aprovação da medida na Câmara, o prefeito Bruno Covas (PSDB) afirmou que o projeto enviado cumpre o que foi combinado com os servidores.

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