Gestão Covas faz acordo com empresa de energia e promete podar 4 mil árvores em SP

Administração municipal também poderá sugerir que concessionária faça adaptações na rede elétrica

São Paulo

A cidade de São Paulo terá um convênio para podar as árvores que ficam próximas da rede elétrica e, eventualmente, provocam danos ao sistema de energia da capital paulista. A parceria foi anunciada pela Prefeitura de São Paulo, gestão Bruno Covas (PSDB), nesta quinta-feira (18), e conta com a participação da Enel Distribuição.

Árvore com galhos caídos em cima da rede elétrica, na região do Bosque da Saúde, na zona sul da capital paulista - Martha Salomão/Folhapress

A gestão municipal pretende que sejam podadas cerca de 4.200 árvores em contato com a rede elétrica, em um primeiro momento. Depois, o projeto é que, mensalmente, cerca de 2.500 árvores em contato com a rede elétrica sejam aparadas.

Além de podas em árvores, a prefeitura poderá sugerir que a concessionária faça algumas adaptações na rede elétrica, nos casos em que seja mais adequada a preservação das árvores.

A Secretaria Municipal das Subprefeituras é a responsável por serviços de poda e remoção das plantas que não estejam em contato com a rede elétrica. De janeiro a maio deste ano, segundo a administração municipal, foram podadas 71.292 árvores na cidade.

A parceria também será conduzida pela Secretaria Municipal das Subprefeituras que ficará responsável por estabelecer as técnicas e regras mais adequadas ao manejo das árvores. Segundo a prefeitura, o objetivo é "minimizar os problemas ocasionados pela queda de galhos e árvores no sistema de distribuição de energia elétrica".

A prefeitura promete que, com a parceria com a Enel, haverá redução no tempo de execução das solicitações. De acordo com a administração municipal, o prazo máximo para realização de podas em área pública passou de 90 para 60 dias.

Além disso, ainda segundo a prefeitura, o prazo para desligamento da rede de energia elétrica, quando necessário para manejos especiais, foi alterado de 45 para 30 dias, "o que permitirá agilidade no atendimento dos pedidos gerados pelos munícipes e aumento na realização de podas necessárias à cidade".

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