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Faculdade envia cobrança indevida, reclama cliente

Pedagoga afirma que não conseguiu acessar curso, mas instituição mandou conta

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São Paulo

A pedagoga Mariana Archiná Novello de Magalhães, 34 anos, do Cambuci (região central), conta que, no dia 27 de outubro de 2018, matriculou-se em um curso de pós-graduação online em Educação Infantil na FMU, após ter recebido um telefonema oferecendo desconto de 30% e isenção de matrícula.

Segundo a leitora, o valor mensal oferecido foi de R$ 200, sendo o valor normal de R$ 286,25.

Porém, Mariana afirma que, em nenhum momento, conseguiu acessar o conteúdo programático, pois o site estava sempre indisponível. “Entrei em contato com a FMU para cancelar o curso em 15 de fevereiro de 2019 e obtive a resposta de que efetivamente o cancelamento havia ocorrido em 29 de março de 2019.”

A pedagoga relata que, em abril de 2019, recebeu uma carta informando que o seu nome havia sido incluído nos órgãos de proteção ao consumidor por causa de débitos com a FMU.

“Novamente contatei a FMU por email para saber o motivo de estarem me cobrando a matrícula e um semestre inteiro, no total de R$ 2.480, sendo que nem cheguei a iniciar o curso pela indisponibilidade do sistema. Além disso, efetuei o cancelamento após dois meses do curso ter iniciado. Devo pagar duas mensalidades, no valor de R$ 200, e nada mais.”

A leitora solicita a intervenção do Agora para chegar a um acordo. “Infelizmente não tenho os protocolos das ligações telefônicas, uma vez que o call center da faculdade informa que as ligações são gravadas”, queixa-se Mariana.

Instituição regulariza situação

O Centro Universitário FMU informa que, por uma questão sistêmica, foram gerados indevidamente boletos relacionados à semestralidade.

A universidade diz que a situação foi regularizada, de forma que não constam pendências no nome da estudante nos órgãos de proteção ao crédito.

Desta forma, diz nota, será necessário apenas o pagamento da parcela de dezembro de 2018, gerada antes de a aluna pedir o cancelamento da matrícula. A FMU afirma que já entrou em contato com a leitora.

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