Descrição de chapéu Opinião

Caneladas do Vitão: Dê Timão ou Tricolor, a festa e o velório serão eternos!

Após o Corinthians conquistar o título estadual de 2018 no Allianz Parque, jogadores alvinegros se abraçam e comemoram no gramado
Jogadores do Corinthians comemoram o título paulista de 2018 no Allianz Parque - Ricardo Nogueira/Folhapress

É hoje o dia da alegria, e a tristeza nem pode pensar em chegar... Alô, povão, agora é fé! Chegou a hora! É dia de taça! Na alvinegra ZL, Corinthians e São Paulo, que superaram, respectivamente, o campeão do troféu imprensa (que acabou, na classificação, igual começou: como a quarta força) e o favorito (dono do maior orçamento do continente), decidem o caneco paulista. Novo empate leva a decisão para as penalidades, mas, ainda que ninguém reclame de ser campeão batendo pênaltis, a Fiel já gastou boa parte do sofrimento contra Ferroviária e Santos (além do Racing, na Copa Sul-Americana). E o São Paulo, que também eliminou o Palmeiras nas penalidades, deixará a conquista ainda maior se ela coincidir com a primeira vitória na casa do maior rival e com o primeiro triunfo em um clássico nesta edição do Campeonato Paulista (até o momento, são três derrotas e três empates).

Toda decisão, óbvio ululante, é histórica. Agora, nem sempre uma final, que já seria quente pela grande rivalidade presente, envolve tantos tabus tão significativos: ou o Corinthians será tricampeão paulista depois de 80 anos (1937-38-39) ou o São Paulo, que não conquista a competição estadual desde o longínquo 2005, vencerá o primeiro confronto de mata-mata do século sobre o maior rival, depois de oito eliminações. Podendo, em caso de título no tempo normal, vencer pela primeira vez em Itaquera depois de dez tentativas fracassadas.

Vença quem vencer, será um Paulistão muito comemorado e festejado pelo (tri)campeão. E deixará o perdedor sangrando por bastante tempo... Exatamente, registre-se, como aconteceu no eterno 8 de abril do ano passado...

Vamos, São Paulo!

Vai, Corinthians!

Eu sou o Vitor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL. É tudo nosso! É nóis na banca!
 

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