Descrição de chapéu Defesa do Cidadão

Atendimento do Samu é questionado; veja outras reclamações

Leitor afirma que o serviço de urgência municipal disse não ter carro disponível

Ana Paula Branco

Em 27 de maio, por volta das 22h, o bancário Roberley Carmo, 52 anos, do Butantã (zona oeste), pediu uma ambulância do Samu para sua vizinha, de 78 anos.

Ambulancia do Samu
Divulgacao/Sindesp


Segundo Carmo, só às 2h do dia seguinte, o serviço de atendimento de urgência ligou, dizendo que poderia mandar uma viatura.

“Gostaria de saber o que foi relatado pelo Samu no protocolo por não nos atender no tempo previsto”, diz.

O leitor conta que, quando solicitou o resgate, respondeu uma série de perguntas. “O atendente questionava como se eu fosse o médico daquela pessoa que estava passando muito mal. Depois de um interrogatório de quase cinco minutos, ele abriu um protocolo e informou que já estava providenciando o envio de uma unidade de resgate”, conta Carmo à reportagem.

Duas horas depois, o resgate não havia chegado e o leitor ligou novamente. “Disseram que não havia carro disponível. Nós tivemos que socorrer uma idosa debilitada, descendo escada em uma cadeira!”

Prefeitura de São Paulo: 156

Saúde verifica se há possível irregularidade

A Secretaria Municipal da Saúde diz que está verificando o atendimento, cruzando dados do prontuário com a localização das ambulâncias no GPS e, se alguma irregularidade for constatada, serão tomadas as medidas cabíveis. O atendimento, diz a administração, segue o protocolo internacional de riscos dos pacientes.

Outras reclamações

Bradesco

A cabeleireira Edna Oliveira Santos Martins, 61 anos, de Parelheiros (zona sul), afirma que solicitou o cancelamento de sua conta-corrente ao Bradesco, em 3 de outubro de 2018, mas não foi atendida. “Pensei que estava cancelada, mas estão me cobrando R$ 2.180 de um serviço que não solicitei e eles nem sabem explicar a cobrança.”

Resposta O Bradesco afirma que encaminhou correspondência para a cliente com as devidas explicações e que permanece à disposição. “Foi uma empresa que cobrou um serviço que não pedi. Vou entrar na Justiça contra essa empresa”, disse Edna.
 

Komfort House Sofás

A gerente Marcia Cristina Ricardo de Almeida, 41 anos, da Vila Constança (zona norte), diz que o sofá que comprou na Komfort House Sofás, em novembro de 2017, já precisou de reparo duas vezes. “A costura do encosto abriu e ele cedeu. Agora, dizem que não tenho mais garantia. Paguei R$ 3.170 com a promessa de durabilidade de dez anos.”

Resposta Procurada pela reportagem, a Komfort House Sofás não se manifestou até a conclusão desta edição. Ao Agora a leitora disse se sentir enganada.

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