Descrição de chapéu Defesa do Cidadão

Cliente reclama de valor da conta de luz

Leitora afirma que, no mês passado, recebeu uma conta de energia elétrica com o valor bem acima do que costuma pagar

São Paulo

A promotora de eventos Viviane Santello, 37 anos, do Imirim (zona norte), conta que a sua conta de energia elétrica de dezembro chegou com valor errado.

A promotora de eventos Viviane Santello, 37 anos, do Imirim (zona norte), relata que registrou reclamações na Enel, mas não adiantou nada
A promotora de eventos Viviane Santello, 37 anos, do Imirim (zona norte), relata que registrou reclamações na Enel, mas não adiantou nada - Jardiel Carvalho/Folhapress

 Segundo a leitora, a concessionária Enel Distribuição São Paulo está cobrando quase R$ 300 a mais do que costuma pagar.

“O valor que estão cobrando é indevido. Isso porque, em média, a minha conta de luz não ultrapassa R$ 40. No entanto, em dezembro, mandaram uma fatura de R$ 311,77, o que não faz o menor sentido”, diz.

“Para se ter ideia, a minha conta de outubro veio no valor de R$ 32,14. A de novembro, de R$ 26,42. Então, como podem ter cobrado no mês passado um valor acima de R$ 300?”, queixa-se a leitora à reportagem.
Viviane relata que entrou em contato com a central de atendimento da Enel e registrou diversas reclamações, mas recebeu uma carta dizendo que o seu pedido de revisão era improcedente. 

“Estou indignada com a forma que estão tratando o meu caso. Falaram que eu não estava em casa para fazerem a leitura. O valor foi dado de acordo com a media dos últimos 12 meses”, afirma a leitora.

“O fato é que a casa que estou morando ficou fechada por três anos e me mudei apenas em julho de 2019. Ou seja, não tem como R$ 311,77 ser a média de uma casa que ficou vazia e, nos últimos meses, habitada por apenas uma pessoa.”

Enel: 0800-7273110

Concessionária realiza leitura

A Enel Distribuição São Paulo informa que, no período de outubro a novembro de 2019, foi constatado impedimento de leitura do medidor. Em visita ao endereço no dia 9 de dezembro, a empresa afirma que obteve acesso ao centro de medição e foi feita a leitura real. No entanto, diz nota, foi identificado que não houve o desconto dos mínimos já faturados e uma nova fatura referente a dezembro foi encaminhada para a consumidora. “Deram um desconto de R$ 47. É inaceitável”, disse a leitora.

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