Descrição de chapéu Zona Sul

Morre ex-funcionário acusado de matar colegas de trabalho em São Paulo

Maykon Prado, 36 anos, teria resistido à prisão e trocado tiros com a Polícia Militar

São Paulo

A Secretaria da Segurança Pública confirmou neste sábado (21) a morte de Maykon Prado de Moraes, 36 anos. Ele é acusado de matar duas colegas de trabalho na tarde de sexta-feira (20), em uma empresa de informática no bairro da Saúde (zona sul de SP).  

Tiroteio saúde
Helicóptero Águia da PM presta socorro a feridos em empresa no bairro da Saúde (zona sul de SP) - Divulgação/PM

Após o tiroteio dentro da empresa, Moraes  teria sido abordado por policiais militares e acabou baleado pelos PMs após ter resistido à prisão. Segundo a Polícia, o atirador, que portava um revólver 38, atirou contra os policiais, que revidaram.

Moraes foi levado para o Hospital das Clínicas (zona oeste), mas não resistiu aos ferimentos. Uma faca e o revólver usados pelo atirador foram apreendidos pela perícia. Os policiais que participaram da ação também entregaram as armas para análise, segundo a pasta da gestão João Doria (PSDB).

Durante o ataque dentro da empresa, duas funcionárias, Giseli Chinelato e Renata Simões Martins, ambas de 39 anos, morreram. Elas receberam cortes com faca e foram atingidas pelos tiros disparados por Moraes.

Outro funcionário da empresa, um homem de 34 anos, ficou ferido após ser atingido pelos disparos. Ele foi levado para o Hospital São Paulo e seu estado de saúde não foi informado.

A Polícia Militar foi acionada para atender aos relatos de tiroteio na empresa localizada na rua Luís Gois, próxima da estação de Santa Cruz do metrô. Ao entrar no local, os policiais encontraram Giseli e Renata, já mortas.

A polícia investiga as motivações de Moraes, que também era funcionário da empresa, e teria se desentendido com colegas de trabalho durante uma festa de confraternização na semana passada. Ele foi demitido na tarde de sexta-feira, mesmo dia do ataque, segundo a polícia.

O caso foi registrado no 16º DP da Vila Clementino como homicídio, feminicídio e morte decorrente de intervenção policial. Segundo a polícia, o homem foi até o local com o intuito claro de ferir as pessoas.

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