Descrição de chapéu Opinião

Caneladas do Vitão: Timão de Senna vence em marcha lenta

São Paulo

De volta em volta, adrenalina, explosão, entre tantas constelações, uma estrela lá no céu, ao lado de são Jorge padroeiro, Ayrton Senna da Fiel... Alô, povão, agora é fé! Conforme, precisa e modestamente, “antecipado” em Caneladas do Vitão, o Corinthians bateu a Chapecoense, 1 a 0, em Itaquera. E olha que só teve jogo no segundo tempo!

O corintiano Pedrinho domina a bola marcado pelo lateral Alan Ruschel, da Chapecoense, no duelo entre as equipes no Itaquerão
O corintiano Pedrinho domina a bola marcado pelo lateral Alan Ruschel, da Chapecoense, no duelo entre as equipes no Itaquerão - Daniel Augusto Jr./Ag.Corinthians/Divulgação

O Timão tem um ônibus customizado e lançou o uniforme preto e dourado em alusão à Lotus guiada por Ayrton Senna na Fórmula 1, mas, mesmo assim, a diretoria do Corinthians, que imaginava o que aconteceria, foi brilhante em não utilizar o uniforme porque o eterno piloto corinthiano iria se revirar no<ju> túmulo se fosse “homenageado” com tamanha<ju> lentidão e falta de apetite em vencer.

O primeiro tempo foi uma interminável perda de tempo com o escandaloso número de zero chance de gol. Isso somando as oportunidades de Corinthians e Chapecoense e multiplicado por 818! Um horror modorrento na arena!

Para mudar o ritmo da prosa, Fábio Carille voltou com Vagner Love no lugar do capitão(?!) Ramiro. Há quem diga que ele acertou na mexida, mas a verdade é que corrigiu a escalação. E, pois, até porque era impossível ser diferente, o Corinthians melhorou e chegou à vitória com Carlos Augusto, em posição legalíssima. A Fiel teve de esperar uns 3 minutos para o lixo do VAR confirmar o que era óbvio.

Janderson e Mateus Vital entraram nos lugares de Pedrinho e Clayson, cansados, mas o 1 a 0, goleada corinthianíssima previsível, manteve-se até o apito final em Itaquera.

Saravá, são Jorge!

Ayrton Senna: “Vencer é o que importa. O resto é a consequência”.

Eu sou o Vitor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL. É tudo nosso! É nóis na banca!

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