Descrição de chapéu Opinião

Caneladas do Vitão: A alegria do povo machuca a alma de idiotas arrogantes!

Vitor Guedes
São Paulo

Ô, ô, ô, ô, ô, gente estúpida, ô, ô, ô, ô, ô, gente hipócrita... Alô, povão, agora é fé! Depois de 80 anos, o Corinthians (que ganhou do favorito e caríssimo Palmeiras, no Allianz, eliminou o Santos, na semifinal, e bateu o freguês São Paulo, na decisão) foi tricampeão paulista, mas a Fiel não pode comemorar porque os fronhas modernos da geração hat-trick não querem...

Jogadores corintianos comemoram a conquista do título do Campeonato Paulista, após derrotar o São Paulo na decisão em Itaquera
Jogadores corintianos comemoram a conquista do título do Campeonato Paulista, após derrotar o São Paulo na decisão em Itaquera - Eduardo Anizelli - 21.abr.19/Folhapress

É isso mesmo! “Jênios” com J maiúsculo _essa rapaziada que ovula pela “Championship” (a Série Baba inglesa)_ decidiram que título estadual não se comemora. Os estádios de todo o país estavam apinhados, as torcidas lotaram até treino em véspera de jogo, treinadores caíram, mas jornalistas e dublês de ombudsman da alegria alheia acham que não se pode comemorar, não...

Fiquemos no Paulistão. O Corinthians fez três jogos com o São Paulo, ganhou dois e empatou um. De todos os clássicos, incluindo embates com Santos e Palmeiras, o Timão venceu quatro, empatou dois e perdeu um; o Tricolor empatou três e perdeu quatro... Por isso, o Timão foi tri, e o São Paulo, que não vence desde 2005, segue na fila estadual. Esses são os fatos. As análises? O São Paulo tem o que comemorar (não ganhou um clássico!), e o Corinthians tem que se preocupar muito....

É óbvio que não são todos. Mas o tema foi abordado na coluna porque o patético, o clubismo e a dor de cotovelo não se limitaram a algumas exceções pontuais... Refiro-me à crítica. Tanto os torcedores campeões quanto os vices, além dos palmeirenses, têm exata noção da alegria, da tristeza e da importância do Campeonato Paulista.

Giordano Bruno: “Ignorância e arrogância são duas irmãs inseparáveis, com um só corpo e alma”.

Eu sou o Vitor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL. É tudo nosso! É nóis na banca!
 

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