Descrição de chapéu Defesa do Cidadão

Leitor não consegue marcar exame no hospital do servidor de SP

Ele afirma que tentou por diversas vezes agendar data; veja outras reclamações

Laíssa Barros Havolene Valinhos
São Paulo

O professor Raul Cláudio Gonçalves Lopes, 45 anos, de Carapicuíba (Grande SP), reclama que está com dificuldade para marcar um exame no Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual). 

“Ligo todos os dias na central de agendamento e a resposta é sempre que não tem agenda aberta”, conta. 
Segundo o leitor, foi uma médica fisiatra do próprio hospital que solicitou que ele fizesse o exame de eletroneuromiografia. 

“Operei uma hérnia no Iamspe há dois anos, mas fiquei com uma sequela na perna esquerda. Estou tentando investigar o problema e procurar um tratamento, por isso essa médica pediu o exame, mas, mesmo ela sendo do hospital, não marcaram uma data para mim.”

Lopes afirma ter entrado em contato até com a ouvidoria do Iamspe em busca de uma resposta.
“Parece que só há uma funcionária que faz esse exame em toda a rede credenciada do hospital. Isso não está correto. Precisamos ser atendidos.” 

Lalo de Almeida/ Folhapress

Hospital agenda o procedimento

O Iamspe informa, em nota enviada pela assessoria de imprensa, que o exame de eletroneuromiografia do leitor Raul Cláudio Gonçalves Lopes foi marcado no último dia 11 de setembro. 

Em novo contato com o Agora, Lopes confirmou a informação . “Obrigada, Defesa do Cidadão, pela atenção ao meu caso”, disse.  

Outras reclamações 

CET

"Gostaria que a CET colocasse uma placa indicando o sentido centro na saída do km 12 da Imigrantes. Muitos motoristas estão se perdendo pela falta de sinalização", diz Amadeu Soares


Resposta 

A CET informa que realizou vistoria e constatou que a placa que existia no local, indicando o sentido para o centro e rodoviária, foi retirada, provavelmente por ato de vandalismo. A companhia ressalta que foi elaborado projeto prevendo a recolocação da placa para adequação da sinalização. 

Crefisa 

A aposentada Maria Eleusa Rebouças da Rocha, 67 anos, de São Vicente (km de SP), conta que não está mais conseguindo pagar as parcelas de seu empréstimo consignado com a Crefisa. “O valor está muito alto e não cabe mais no meu orçamento. Tentei entrar em contato com a empresa, mas não quiseram conversar”, diz a aposentada. 


Resposta 

A Crefisa informa, em nota, que foi estabelecido acordo com a cliente. Em novo contato, Maria Eleusa confirmou a renegociação. 

Claro 

O aposentado Ângelo Marcolim, 80 anos, de São Bernardo do Campo (ABC), relata que, desde julho, coloca créditos em sua linha pré-paga da Claro, mas, depois de alguns dias, eles somem. “Desde então tento entrar em contato com a operadora, mas sem sucesso. Isso é um absurdo.” 


Resposta 

A Claro informa que entrou em contato com Ângelo Marcolim e realizou os ajustes necessários. A operadora diz ainda estar à disposição por meio de todos os canais de atendimento disponibilizados: SAC 1052, fale conosco, chat, atendimento por carta e site  www.claro.com.br.


Vivo 

Claudio Costa, 49 anos, do Parque São Rafael (zona leste), diz que, desde janeiro, entra em contato com a central de atendimento da operadora para mudar a grade da programação e, assim, reduzir o custo do plano. “Porém, fui informado pelo atendente que, devido a assinatura ser antiga, não tinha mais nenhum plano que se adequasse às minhas necessidades.”


Resposta 

A Vivo informa que não foram encontradas irregularidades na cobrança do cliente. A empresa diz ainda que entrou em contato com o leitor para prestar os esclarecimentos necessários, porém não obteve sucesso.

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