Descrição de chapéu Interior

Polícia encontra fuzil, munições e explosivos em casa de suspeito em Campinas

Houve troca de tiros e o homem de 42 anos foi morto no local

São Paulo

Ricardo de Souza, 42 anos, morreu após supostamente trocar tiros com policiais militares, por volta das 23h30 de quinta-feira (13), dentro da casa do suspeito, em Campinas (93 km de SP). No local, a PM encontrou armas, explosivos e munições. 

Uma denúncia anônima indicou à PM que Souza mantinha um arsenal em casa, no bairro Columbia. Chegando ao local, policiais constataram que o suspeito estava na residência. 

Os PMs chamaram Souza, que teria aberto a porta da residência, mas sem sair do local. "Neste instante, um policial notou que o indivíduo estava com uma arma de fogo presa à cintura", diz trecho do boletim de ocorrência.

Ricardo de  Souza morto pela pm com fuzil
Fuzil calibre 556 foi encontrado na casa de suspeito, que foi morto em suposta troca de tiros com a PM, por volta das 23h30 de quinta-feira (13) em Campinas (93 km de SP) - Divulgação/Polícia Militar

Na sequência, de acordo com a polícia, Souza teria sacado uma pistola Glock calibre 9 milímetros e atirado "diversas vezes" contra os PMs, enquanto tentava fugir para os fundos da casa.

Por conta dos supostos tiros, três policiais entraram na residência, sendo que um deles foi à frente com um escudo, atingido por alguns tiros dados pelo suspeito, de acordo com o relato dos policiais, que por fim feriram Souza. 

Com o suspeito caído no chão, os policiais constataram que ele usava uma pistola com carregador estendido, no qual haviam 27 munições. Os PMs acionaram socorro ao suspeito. 

Enquanto a ambulância estava a caminho, ainda segundo a polícia, os PMs encontraram dois carregadores de fuzil com 25 munições em cada um deles, um fuzil calibre 556 carregado com 26 munições, além de três bananas de dinamite. 

Quando o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou à casa de Souza, constatou que ele já havia morrido. 

Os explosivos foram retirados pelo esquadrão antibombas do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais), da PM, que detonou os artefatos em um local seguro. 

A Polícia Civil investiga qual seria o destino das munições, fuzil e explosivos encontrados no local.  

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